domingo, 3 de julho de 2011

Seguir ou não seguir a lei. Eis a questã

 
Domingo passado me deparei com esta reportagem que alguns dias atrás já havia escutado sobre o assunto na rádio. Mais interessante que ouvir a chamada da reportagem é ver a postura de um magistrado perante um assunto tão polêmico quanto este. Para alguns ou até mesmo a maioria da população, este magistrado é considerado como homofóbico, mas me pergunto, baseado na Constituição Federal: ele está errado?(esta pergunta é retórica). Óbvio que o direito tem várias interpretações e estas devem ser consideradas, mas a grande questão é a seguinte: o cidadão independentemente de credo, cultura ou etnia tem o direito de não concordar com algo que a maioria concorda?(não é retórico).                
Criou-se uma cultura nas últimas décadas onde você tem que ser politicamente correto e não deve discordar da maioria da opinião pública, caso contrário corre o risco de ser  estereotipado como homofóbico, neonazista ou qualquer outra denominação que tenha como princípio o preconceito. Sou totalmente contra qualquer tipo de preconceito e também sou totalmente contra a opressão de expressão do pensamento livre, ou seja, não sou obrigado a concordar, mas tenho que respeitar. O que as pessoas não percebem é que isto é um direito que não pode ser negado. Vejo constantemente as pessoas julgando outras e chamando-as de preconceituosas, pelo simples fato destas pessoas expressarem suas opiniões contrarias às maiorias; caso desta reportagem (juiz).Em nenhum momento o magistrado foi homofóbico ou preconceituoso, simplesmente ele seguiu os preceitos esculpidos na nossa Carta Magna e sua opinião. Mais uma vez vejo a cultura do "TEM QUE ACEITAR E PONTO". Na minha humilde perspectiva esta "cultura" neste caso é heterofóbica, pois ninguém é obrigado a concordar com o que discorda, mas tem a obrigação de respeitar. Até quando haverá intolerância aos que não concordam, mas respeitam? ThinkAbout

Um comentário:

  1. A questão é que hoje em dia....temos de engolir as novidades...mas o ponto é se eles querem ser respeitados, também devem respeitar. Estes é minha posição independente de sexo, credo ou cor...

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