domingo, 3 de julho de 2011

Seguir ou não seguir a lei. Eis a questã

 
Domingo passado me deparei com esta reportagem que alguns dias atrás já havia escutado sobre o assunto na rádio. Mais interessante que ouvir a chamada da reportagem é ver a postura de um magistrado perante um assunto tão polêmico quanto este. Para alguns ou até mesmo a maioria da população, este magistrado é considerado como homofóbico, mas me pergunto, baseado na Constituição Federal: ele está errado?(esta pergunta é retórica). Óbvio que o direito tem várias interpretações e estas devem ser consideradas, mas a grande questão é a seguinte: o cidadão independentemente de credo, cultura ou etnia tem o direito de não concordar com algo que a maioria concorda?(não é retórico).                
Criou-se uma cultura nas últimas décadas onde você tem que ser politicamente correto e não deve discordar da maioria da opinião pública, caso contrário corre o risco de ser  estereotipado como homofóbico, neonazista ou qualquer outra denominação que tenha como princípio o preconceito. Sou totalmente contra qualquer tipo de preconceito e também sou totalmente contra a opressão de expressão do pensamento livre, ou seja, não sou obrigado a concordar, mas tenho que respeitar. O que as pessoas não percebem é que isto é um direito que não pode ser negado. Vejo constantemente as pessoas julgando outras e chamando-as de preconceituosas, pelo simples fato destas pessoas expressarem suas opiniões contrarias às maiorias; caso desta reportagem (juiz).Em nenhum momento o magistrado foi homofóbico ou preconceituoso, simplesmente ele seguiu os preceitos esculpidos na nossa Carta Magna e sua opinião. Mais uma vez vejo a cultura do "TEM QUE ACEITAR E PONTO". Na minha humilde perspectiva esta "cultura" neste caso é heterofóbica, pois ninguém é obrigado a concordar com o que discorda, mas tem a obrigação de respeitar. Até quando haverá intolerância aos que não concordam, mas respeitam? ThinkAbout

terça-feira, 5 de abril de 2011

Um dos melhores instrumentalistas e músico de todos os tempos.

domingo, 3 de abril de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Perfil antropométrico de indivíduos com Déficit Intelectual

Hoje em dia o sobrepeso e a obesidade são problemas que atingem uma elevada porcentagem da população em geral de países industrializados. Estima-se que a nível europeu no ano de 2010 existam cerca de 150 milhões de adultos obesos. E a nível mundial cerca de 1,6 bilhões de pessoas (>15 anos) com excesso de peso e que pelo menos, 400 milhões são consideradas obesas.
            O excesso de peso e o sedentarismo estão intimamente associados a vários problemas de saúde, dentre eles: hipertensão arterial, aumento do colesterol, infarto do miocárdio, ansiedade, diabetes, obesidade, doenças músculo-esqueléticas.
Os indivíduos com Déficit Intelectual (DI), são um grupo específico de população onde pode se observar a prevalência de excesso de peso e também obesidade superiores às verificadas em populações adultas saudáveis.
            A literatura realça a tendência deste grupo específico para a obesidade, o qual tem um risco elevado de hipertensão arterial, enfarte agudo do miocárdio e diabetes, consequentemente causando uma baixa expectativa de vida. Para agravar esta situação existem relatos que a população com DI, tem um estilo de vida sedentário, do mesmo modo sugerem que indivíduos com Déficit Intelectual são mais propensos a desenvolver a obesidade que indivíduos sem DI. Foi observado que 28% dos homens e 38% das mulheres com Déficit Intelectual leve (QI entre 53 a 70) a moderada (QI entre 36 a 52) foram considerados obesos. Entretanto, os indivíduos com Déficit Intelectual severo (QI entre 21 a 35) e profundo (QI <20) os percentuais baixaram significativamente para 7% entre os homens e 14% entre as mulheres. Alguns fatores são apontados como possíveis causas para problemas de peso, dentre eles; falta de conhecimento nutricional, o estilo de vida sedentário, alimentação pobre, personalidade e fatores de comportamento.
 Cada vez mais são evidentes os benefícios do exercício físico sistemático em pessoas com DI. Pessoas com DI fisicamente ativos apresentam um controle do peso corporal, aumento da força muscular, menor percentagem de gordura total e gordura abdominal baixos valores de IMC e melhor condição cardiovascular. O IMC é recomendado pela OMS (1985) como um indicador da gordura corporal por ser um método rápido e basicamente sem custo nenhum.  
Em um estudo com pessoas de ambos os sexos, com idade de 7 a 45 anos de idade, onde foi usado como método de avaliação o IMC, notou-se que a média do peso corporal masculino foi maior em relação ao sexo feminino, em contrapartida a média do IMC masculino foi menor do que o feminino e que o grupo feminino é mais velho que o masculino, porém com uma diferença pequena. O grupo masculino tem uma estatura maior que o grupo feminino. Segundo WHO 2004 a classificação dos dois grupos pesquisados são considerados como normal. Todavia os estudos que classificam os indivíduos de acordo com o IMC são geralmente baseados numa população denominada como “normal” e não com indivíduos com algum tipo de DI.
 Deve-se considerar que pessoas com DI e indivíduos “normais” são diferentes e que há necessidade de estudos populacionais e clínicos especificamente para estes indivíduos e que orientem um critério único, que além de identificar os indivíduos com maior probabilidade de excesso de gordura corporal, correlacione isto a risco de morte e doenças relacionadas ao sedentarismo.
Bruna Sousa Albino

Eu Odeio Negro II

Isso ai, continuo firme no meu pensamento: NADA DE RACISMO. Mas como não escrever novamente depois de ter tido uma enorme surpresa?! 
Ao navegar em oceanos distantes e profundos da internet me deparei com a feliz descoberta da mudança do "ódio" para com um grupo muito específico de pessoas: os fumantes. Onde se lia ODEIO FUMANTES  agora se lê  NÃO APRECIO FUMANTES, isto é uma evolução no que diz respeito à visão que um determinado site de relacionamento tem com relação ao poder das palavras.
Lógico que as pessoas que optavam por colocar que não fumavam realmente não odiavam os fumantes, mas já que estamos vivendo obrigados a conviver com o politicamente correto ( e que às vezes não o é), seria o mais "justo" colocar que não aprecia do que odeio, correto? Parabéns pela mudança. ThinkAbout



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Aos Futuros Trabalhadores do Brasil, uma pequena ajuda

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Eu Odeio Negro

Não, não sou racista! Mas sabemos que todo brasileiro tem direitos e deveres e um desses direitos é a livre expressão de religião, política e pensamento, não é?! Na verdade este texto não tem nada a ver com negros, mas como iria chamar a atenção se não fosse por este título?
Fiquei espantado quando ao fazer parte de um novo site de relacionamentos me deparei com vários perfis onde além dos "status" solteiro, casado, relacionamento aberto e etc., havia uma nova informação pessoal chamada "Odeio Fumantes". No começo aquilo não me chamou a atenção, mas apartir do momento em que eu ia "vasculhando" a vida alheia percebi como havia pessoas (principalmente mulheres) que nas informações pessoas existia está opção. Fiquei imaginando como seria se eu colocasse num site ou até mesmo num blog a minha decisão de odiar negros, haja vista que praticamente todos os dias lemos em jornais, revistas e programas de TV artigos sobre o preconceito e o racismo perante a etnia negra. É obvio que os meios de comunicação não estão a favor dos fumantes, mas já que vivemos num país democrático e que cada cidadão tem o direito de ir e vir, agora os fumantes são os mais novos excluídos da população. Não podem usufruir o direito de fumar em restaurantes,  bares e até mesmo em boates. As ruas de Porto Alegre a noite, principalmente em casas noturnas tornaram-se um fumódromo a céu aberto onde os "politicamente errados" ficam em bretes como animais a serem abatidos fumando seus cigarros em áreas minúsculas e sendo expostos a chuva e ao ridículo (pois quem passa ouve-se comentários sobre os coitados fumantes que estão prejudicando sua saúde). Mas já que temos direitos porque não cobrá-los? Porque as casas noturnas de Porto Alegre não têm um local específico para fumantes como os não fumantes têm?
Sem dúvida o cigarro faz mal à saúde, mas acredito que ainda temos o direito de escolher o modo de vida que queremos seguir. Enquanto as pessoas não tiverem esta consciência de que cada um tem direito de decidir o que é bom ou não para si, os preconceitos ainda existirão, por mais que este preconceito não seja crime inafiançável.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A praça é nossa?


Me lembro quando criança da praça da alegria; programa humoristico que passava no SBT antiga TVS. Programa muito bem elaborado, com um humor sutil e muito divertido, mas o que mais me chamava a atenção eram os personagens que demonstravam o que acontecia no país semanalmente, usando o humor como melhor arma. Em pleno século 21 a Praça é nossa é o próprio programa mas com algumas modificações não tão sutis: mulheres com poucas roupas ( bem apelativas digasse de passagem), piadas um tanto quanto sexuais e um apresentador já desgastado pelo tempo. Mas claro como o programa é realizado em São Pauolo ou Rio de Janeiro (não tenho certeza), talvez esteja demonstrando a cultura local( nada contra é claro;viva a diversidade).
 Sorte dos gaúchos, principalmente dos portoalegrenses em particular, que este programa nao é realizado na capital e muito menos baseado nas praças da nossa tão querida Porto Alegre. Caso isto acontecesse teriamos uma praça não rodeada por mulheres bonitas e "inteligentes", mas sim com mendigos usando todo o tipo de droga e totalmente alcoolizados. E para completar a "cena" do programa pais "tentando" brincar com seus filhos e que a todo momento são interrompidos pelos mendigos que querem fazer parte da atividade ao ar livre da familia. Quem lê este texto nao precisa ter uma mente criativa e  imaginar a "cena" na televisão, basta ir à praça do Cinquentenário da rádio gaúcha localizada na Rua Gonçalves Dias esquina com Saldanha Marinho( se não estou errado), que vai poder perceber que todos os dias da semana principalmente sábados e domingos ocorre esse programa que no meu ponto de vista nao é nem um pouco humoristico.
É impressionante o descaso que o Estado tem com o local de "diversão" da população da capital. Sem sombra de dúvidas que todos somos iguais perante a lei mas brincar com o filho pequeno em meio a urina e fezes e cidadãos totalmente bebados e sob efeito de droga. Assim nao dá.ThinkAbout